Os fogareiros do tipo “volante” eram o tipo mais portátil dos anos 1980. Quando não existiam os leves cartuchos de gás butano, os campistas eram sempre obrigados a viajar com botijões GLP do tipo P-2. Ainda hoje é facilmente encontrados em lojas de artefatos a gás e muito usados em acampamentos e em casa.

Modelo que dispensa o uso de mangueira, acopla-se facilmente rosqueando no botijão e desta forma também dispensa um apoio ao fogareiro. Ele pode ser utilizado sobre um balcão, mas é mais seguro mesmo no chão. Isto porque sua maior desvantagem está no perigo de tombamento. Com a panela pesada sobre o conjunto, o centro de gravidade sobe muito e a queda é provável. Antigamente era ainda mais provável já que o botijão de 2kg não tinha a base mais larga presente na atualidade. De base arredondada e fina, alguns acidentes aconteciam.

O regulador de gás fica logo na conexão com o botijão e a ausência de válvula redutora de pressão fazia do “fogareiro volante” um acessório muito eficiente no preparo da comida. Até hoje não é difícil vermos um desses no quintal de casa ou na tulha dos motor homes para o preparo de frituras ou comidas que fazem mais sujeira dentro da cozinha.

Este modelo também se acopla a qualquer outro tamanho de botijão chegando ao grande de 13kg. Para isto é necessário apenas um pequeno adaptador facilmente encontrado em lojas de gás.

 

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CEO e Editor do MaCamp | Campista de alma de nascimento e fomentador da prática e da filosofia. Arquiteto por formação e pesquisador do campismo brasileiro por paixão. Fundador do Portal MaCamp Campismo sonha em ajudar a desenvolver no país a prática de camping nômade e de caravanismo explorando com consciência o incrível POTENCIAL natural e climático brasileiro. "O campismo naturaliza o ser humano e ajuda a integrá-lo com a natureza."