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Uso do ARLA

Este tópico contém respostas, possui 3 vozes e foi atualizado pela última vez por Paulo Rogério Paulo Rogério 3 anos, 11 meses atrás.

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  • #45572

    Olá pessoal. Este assunto se refere aos proprietários de motor homes de motor mais novo (lá pelos 2012) que dependem do uso do ARLA para seu funcionamento. Meus pais estão com um carro novo para saís da Vettura e este tipo de dúvida já é presente…. Já ouvi falar que o Arla é um líquido que, de forma bem simples, é borrifado no escapamento quando o motor sente a presença de muita fumaça……. (subidas e aceleradas bruscas) – neutralizando os materiais poluentes. Os motores novos “nao funcionam” sem o ARLA. aí pergunto: 1- Isto se dá por um simples sensor de presença de ARLA no tanquinho e se desligado o motor funcionará normalmente? 2- É verdade que caso por algum esquecimento não houver onde comprar ARLA e você estiver no meio do nada, não fará mal colocar água no tanquinho? 3- Já ouvi dizer sobre adulteração de ARLA em postos e que isto deve ser motivo de cautela…. abraços a todos

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    Marcos Pivari - CEO e Editor do MaCamp

    #51683
    Paulo Rogério
    Paulo Rogério
    Participante

    Pessoal, Boa Tarde! Trabalho numa transportadora e o que posso dizer até o momento é o seguinte: 1 – Algumas empresas vendem um chip para ” enganar” o sensor do ARLA, porém, corre o risco de perder a garantia do equipamento pela montadora. Tentamos apenas desligar o sensor e o motor não funcionou. 2 – Já precisamos recorrer a esse artifício, colocando apenas água no tanquinho numa emergencia, porém, na primeira oportunidade voltamos a colocar o ARLA para evitarmos problemas futuros; 3 – Já ouvi falar dessa falcatrua, por isso, procuramos sempre abastecer em postos de confiança e solicitando NF. Tem postos vendendo o ARLA a granel, desconfie. Caso a rota seja diferente da que estamos acostumados, o veículo leva galão reserva. Não ocupa espaço ter pelo menos um galão cheio e evitar dor de cabeça depois. O consumo do ARLA tem variado entre 4% e 6% para o diesel, ou seja, 4 e 6 litros de ARLA para cada 100 de diesel. Por enquanto estamos tendo a maior cautela possível. Abraços, Paulo Rogério

    #51607

    leandrovaranda
    Participante
    google.com wrote:
    Os sistemas SCR são sensíveis a potenciais impurezas químicas contidas na solução de uréia. Mesmo pequenas quantidades de impurezas podem prejudicar seriamente o desempenho do sistema SCR. A qualidade e pureza da água utilizada na produção do ARLA 32 são fundamentais para evitar contaminações. A utilização de água não pura na produção do ARLA 32 é a maior ameaça ao catalisador. A maioria dos fabricantes de veículos não dá garantia se for utilizado um reagente de baixa qualidade ou uma solução que tenha sido adulterada e manuseada incorretamente. A utilização de produtos de qualidade evitará o alto custo de substituição do catalisador.

    Já que é ureia… Vai dizer que ninguém havia pensado nisso? O que será que acontece? Ouvi dizer que os novos sistemas detectam a qualidade do arla 32 no tanque e emitem um aviso no caso de excesso de água ou outro contaminante e não deixa ligar o motor.


    :@:@:@:@:desconfiado::desconfiado::desconfiado:

    A tecnologia Euro 5 e os sistemas de pós-tratamento de gases poluentes trouxeram ao Brasil muitos termos novos. EGR, SCR, OBD. Estes nomes já não são tão estranhos ao caminhoneiro. No entanto, um destes novos componentes passou por uma mudança de nome para evitar uma possível confusão com a urina humana, algo que nem todos se lembram. Esta substância é o Arla 32. Quando o Euro 5 estava começando no Brasil, o Arla 32 ainda era chamado de ureia. Esta nomenclatura foi alterada, porém, para evitar que a solução fosse confundida com a urina. Apesar da aparente semelhança, uma vez que ambos possuem ureia em sua composição, Arla 32 e urina são dois compostos completamente diferentes, como explica o engenheiro da área de reposição da Ford, Paulo Carpenito. “O ARLA32 é composto por 67,5% de água e 32,5% de ureia técnica, ou seja, produzida em laboratório. Já a urina humana é composta por 95% de água e 5% de ureia, mais ácido úrico, cloreto de sódio e outros componentes”, afirmou o engenheiro. Ou seja, não adianta tentar “enganar” o computador de bordo de um caminhão Euro 5 jogando urina humana no tanque de Arla. Não somente o sistema eletrônico do caminhão não aceitará a substância como diversos componentes importantes, e caros, podem ser seriamente danificados por esta prática. “A redução catalítica não será eficaz, pois possui menos de 5% de uréia (contra 32,5% do Arla 32) e o sensor de NOX irá acusar alto nível de emissões, tirando a potência do motor. Além disso, o ácido úrico e o sal (cloreto de sódio) irão provocar corrosão no EGP e em toda a tubulação de escapamento”, concluiu. É preciso ter cuidado com esta nova tecnologia Euro 5. Sempre use o diesel S-50 e o Arla 32 de empresas confiáveis, afinal o barato pode acabar saindo caro e danificando o funcionamento do caminhão. E como todos nós sabemos, caminhão parado é prejuízo.
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