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Patagonia 2016: Expedição MaCamp de Trailer.

Este tópico contém respostas, possui 25 vozes e foi atualizado pela última vez por Capt.A330 Capt.A330 1 ano, 9 meses atrás.

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  • #92677 Resposta
    Neiva Lorencet
    Neiva Lorencet
    Participante

    BodeCar 728×90

    #92706 Resposta
    Capt.A330
    Capt.A330
    Participante

    Legal as fotos Neivinha!
    É isso aí, vai subindo fotos, que praticando, a cada vez fica mais fácil.
    Grande abraço!

    Dardo.

    #92799 Resposta
    Capt.A330
    Capt.A330
    Participante

    Dias 01, 02 e 03 de Fevereiro de 2016.

    Buenas!
    Pois é, já estamos em Fevereiro…como o tempo passa rápido…estamos a poucos dias de encontrar o Baumeister, nas proximidades de Villa La Angostura!
    Os três dias seguintes, as atividades foram similares aos dias anteriores, pelo que vou resumir o relato às fotos; de diferente, tivemos o aniversário de Polini, e um dia que cada hum saiu sozinho para percorrer à vontade e do seu jeito, diferentes lugares, o que foi muito bom pois assim cada um fez o que achava mais interessante, sem se “amarrar” aos horários e preferencias dos outros, me dispensado então, dos meus serviços de guia turístico “ad honorem”.
    Lembrando, se desejar ver a foto ampliada, é só “clicar” com o botão direito do “mouse” nela, “clicar” no “Abrir imagem em uma nova guia”, e pronto, a foto no seu tamanho original abrirá noutra página, permitindo ver detalhes ampliados.

    Fotos de Isabella:

    Preparando o jantar comunitário.

    Thomas e eu, dando nosso importantíssimo apoio psicológico as/os cozinheiros.

    O fogareiro é indispensável em qualquer Camping, assim como uma boa panela.

    Thomas e Fabrício na frente da Catedral de Bariloche, toda construída com pedras.

    Dentro da Catedral.

    Os belos Vitreaux da Catedral.

    Interior da Capela de San Eduardo, pertinho de Puerto Pañuelo e do Llao-Llao.

    A entrada para Colonia Suiza.

    Preparo do “curanto” em Colonia Suiza.
    http://www.barilocheparabrasileiros.com/2014/02/cultura-e-gastronomia-em-bariloche.html
    http://www.interpatagonia.com/bariloche/curanto-colonia-suiza.html
    http://www.barilocheweb.com.ar/dondecomer/curanto

    Antigo veiculo militar para patrulha e salvamento na neve, na Escola Militar de Montanhismo em Bariloche.

    Mayumi querendo pegar um ganso para o jantar…

    Minhas fotos:

    Os vizinhos segurando a barraca com algo mais do que espeques…

    Festejando o aniversário de Polini em Los Baqueanos, numa manhã de vento.

    Barreira contra o vento feita com as camionetas, para poder tomar o café do aniversário protegidos.

    Café da manha no aniversário de Polini.

    Centro Cívico de Bariloche.

    A Modesta Victória, patrimônio histórico de Bariloche, em Puerto Pañuelo.

    O Llao-Llao e o Tronador visto desde a Capela de San Eduardo.

    Cervejaria Puerto Blest.

    Pensando em trocar pela Frontier…más como as barricas de cerveja não entrava no negocio, desisti…

    Até pensei em levar o Guanaquito para lá, más os Trailers que esta placa menciona, são as carretinhas para barcos…Putz, murcharão com minha alegria…

    Cais de Bahía Lopez.

    Pensando na vida no Lago Nahuel Huapi.

    Bahía Lopez.

    Amanhecer no Acampamento.

    Mais uma…

    Beti na prainha do Lago Gutierrez.

    Continua…

    #92866 Resposta
    Capt.A330
    Capt.A330
    Participante

    Buenas!
    Tinha selecionado uma foto que tirei em Bahia Lopez sobre o quê que na Argentina denominam Trailer, e esqueci de colocar na sequencia de fotos:
    Este é o Trailer na Argentina, a nossa carretinha usualmente para transportar barcos, motos, Jet Sky, etc.

    Abraços.

    Dardo.

    #92889 Resposta
    Capt.A330
    Capt.A330
    Participante

    Quinta-feira, 04 de Fevereiro de 2016:

    Bem, chegou o dia de deixar os Los Baqueanos, e por extensão, Bariloche; foram dias muito lindos, más o tempo é uma variável feroz, e lá tinha acabado nossa estada na beira do lago Gutierrez…era hora de ir procurar outros lagos, além do quê, o Guanaquito já estava impaciente para respirar novas brisas.
    Hoje é também o dia que encontraremos o Baumeister e sua carga preciosa, então, por isso, cedo já começamos a preparar nossa saída do Camping.
    A minha ideia era passar por parte da entrada de Bariloche, pois na vinda, tínhamos atravessado direto pela Ruta 40, sem entrar na cidade, e agora, iriamos passar pela entrada “charmosa” de Bariloche, para tirar a clássica foto com a placa do centenário da entrada da cidade.
    Durante a saída do Camping, eis que nos encontramos com dois enormes ônibus de turismo que vinham com um grupo de estudantes, e foi trabalhoso dar passagem para os mesmos, dado o estreito do caminho do Camping para a Ruta 40…tivemos que parar, e os ônibus passaram muito perto…perto demais para meu gosto, más não tínhamos muita escolha; filmamos a passagens dos grandalhões, e futuramente, colocarei no post para mostrar o aperto.
    Passamos pela entrada de Bariloche para tirar umas fotos, e também no ponto panorâmico onde paramos na ida, e logo estávamos entrando na Ruta que nos levaria para o ponto de encontro com o Baumeister, e depois, para Villa la Angostura.
    Almoçamos lá, esperando Odair e família, que chegaram exatamente no horário previsto, para um encontro marcado à vários meses já.
    Foi uma alegria reencontrar nossos queridos amigos, e após eles almoçarem e tirar algumas fotos de lado do lago, continuamos nossa viagem para Villa la Angostura, num longo comboio que virou mais do que algumas cabeças!
    Chegamos em Villa la Angostura, e eu, seguindo o GPS, pois não conhecia esse Camping, continuei por uma rua de terra com grandes quebra molas (de qual país será que copiaram essa ideia?), e que foi onde o Baumeister raspou suas partes baixas…ainda bem que não teve grande problema que Odair não conseguisse arrumar, para variar.
    O Camping Cullunche da Uncuyo tem pouca grama no setor destinado para RV´s, especialmente em estas épocas secas, e ainda está se recuperando da cinza vulcânica que castigou duramente esta região poucos anos atras, o que gerou descontento por parte de alguns integrantes, acostumados com o paradisíaco da paisagem de Los Baqueanos; o problema era que, mesmo tendo explicado diversas vezes, nem tudo mundo entendeu que lá, os lugares secos e com poeira são corriqueiros nesta época do ano, e o contraste com o lugar que deixamos fazia poucas horas, era muito grande.
    Não, claro, que o lugar também não fosse lindo; era diferente, e era necessário entender isso, especialmente quando você viaja para aquelas bandas.
    Nos ajeitamos, arrumamos o lugar para passar alguns dias nele, e fui na recepção para fazer nosso check-in, e batalhar algum desconto, afinal éramos vários integrantes, e consegui ajeitar um preço melhor.
    De noite, uma janta coletiva, e assim acabou aquele longo dia.

    1ra. parada, rota de Los Baqueanos até a placa do Centenário:

    https://goo.gl/maps/KVa8HnH6GYN2

    2da. parada, da placa, até o mirante:

    https://goo.gl/maps/N1xE3L95JSo

    3ra. parada, do mirante, até o Brazo Huemul.

    https://goo.gl/maps/3DDKnfxvgLG2

    4ta. etapa, do ponto de encontro, até o Camping.

    https://goo.gl/maps/uQJLLfrXyZ22

    Fotos de Isabella.

    O comboio na entrada de Bariloche.

    Mais uma, com a placa.

    A tripulação do Guanaquito.

    Vista derradeira de Bariloche.

    Tirando fotos do comboio.

    Churrasco da chegada.

    Churrasqueiro e ajudante fazendo posse.

    As minhas fotos:

    De manhã cedo, os gansos chegando para o café da manhã…

    As bandurrias também à procura do café matinal…

    Preparando para partir.

    A placa da entrada da cidade.

    Familia Thomas.

    Reunidos na placa.

    Na frente do Nahuel Huapi.

    Papa-léguas.

    Bagualito.

    O comboio.

    A caminho do ponto de encontro.

    Chegou o Baumeister!

    Agora sim, o comboio completo.

    Essa foto já é conhecida…

    O Baumeister em todo seu esplendor.

    Mayumi e Thomas na prainha do Brazo Huemul, lugar onde esperamos Odair e família.

    Familia Texeira na beira do Lago Nahuel Huapi, no Brazo Huemul.

    As rodas e freios removidos do Imperial.

    No Camping Uncuyo de Villa La Angostura.

    Papa-léguas e Baumeister em Villa La Angostura.

    Continua…

    #93074 Resposta
    Capt.A330
    Capt.A330
    Participante

    Sexta-feira, 05/02/2016:

    Hoje acordei cedinho, e como não queria acordar as meninas, sai bem de mansinho para percorrer a prainha do Camping, que se situa na margem do Lago Nahuel Huapi, o mesmo que rodeia Bariloche, e que é o maior lago de toda a região.
    https://goo.gl/maps/bQ16JxU2BX82

    https://goo.gl/maps/epcjiQxbTos

    Aproveitei para mudar de posição a mangueira de saída da caixa de águas grises, ou seja, água proveniente do chuveiro e pias, para regar “nosso quintal”, que estava muito seco, e um recurso ecológico para não gastar água potável neste procedimento de molhar em torno do Trailer para evitar a poeira, principalmente porque esta poeira é resultado das cinzas expelidas pela ultima erupção do vulcão Puyehue, situado a poucos km de ali, e que em 2012, soterrou a região com uma espessa camada de cinzas.

    https://goo.gl/maps/dMtovZgtjNU2

    https://goo.gl/maps/wRrDjEC3YJ82

    Procurei alguma companhia para o passeio matinal, más tudo mundo dormia com vontade…portanto, tive que ir sozinho, aproveitando para curtir o silencio do lugar, e tirar algumas fotos, para não perder o costume.
    De fato, o lugar em torno do Camping, mais especificamente à beira do lago, é belíssimo, embora, a diferença de Los Baqueanos, a gente não instala o Trailer pertinho da praia, e sim a uns 200 mt, o que convenhamos, não é uma distância que nos prive de visitar a prainha a qualquer momento.
    Retornei para o acampamento, e para minha surpresa, o povo continuava ferrado no sono…eita pessoal bom de cama! Então, já que o descanso era premissa, hoje vamos dedicar para ir na cidadezinha de Villa la Angostura, passear por ela, que é muito linda, fazer compras no supermercado, nos conectar no Wi-Fi do Camping, que embora lento, dava para o gasto, e praticar duramente o “atoismo”, com muita conversa, especialmente de parte de Odair, contando para nós, as aventuras da viagem deles, e a odisseia das rodas do Baumeister, que parece inacreditável, más como sempre digo, a realidade supera à ficção.
    Aproveitamos para abastecer os rebocadores, e também aproveitamos para comprar a carne para o próximo churrasco, e também um pouco de vinho, afinal, como também sempre digo, ninguém é de ferro, excepto, claro, o Tony Stark.
    Nossa querida Isabella se revoltou hoje, vai saber com o quê, e como solene ato de protesto, não tirou fotos, o que tirou brilhantismo do dia para a posteridade…menina marvada, só! Brincadeirinha, ela é muito querida, e tinha mais do que merecido direito de descansar também, e portanto, as fotos hoje são só minhas, infelizmente.

    Entrada para o Camping no Street View:
    https://goo.gl/maps/DBnYvTEw5Au

    Tudo mundo dormindo na região Oeste do acampamento…

    E para variar, tudo mundo dormindo na região Leste do acampamento…

    Lago Nahuel Huapi visto desde a prainha do Camping cedinho de manhã.

    No sentido contrario da foto anterior.

    Único integrante da expedição que acorda cedo…

    Aproveitando para molhar o quintal com água após tomar banho…podemos observar como é seca a região nesta época.

    No Bagualito, tudo é sono…

    Papa-léguas e Baumeister roncando…

    Enquanto isso no Guanaquito, para variar, o sono continua reinando…

    Bem, o restante do Camping também era solidário com o sono…

    Mais uma foto da prainha do Camping.

    Continua…

    #93174 Resposta
    Capt.A330
    Capt.A330
    Participante

    Sábado, 06/02/2016.

    Hoje tinha planejado levar a turma para conhecer Villa Traful, que à excepção feita de Beti e Neiva, seria a primeira vez que o pessoal da Expedição iria para aquelas bandas.
    Após um belo e reforçado café da manhã, ajeitamos nossos equipamentos, a turma passeou um pouco pela prainha e também pelo Camping para usar o WiFi, e almoçamos cedo, para logo depois partir com destino a Villa Traful, distante aprox. 57 km, dos quais, os últimos 26 seriam de terra.
    Vista do percurso:

    https://goo.gl/maps/A3g9TVW2taK2

    A estrada de chão estava até que boa para uma estrada de cascalho, embora com bastante poeira, pelo que fomos devagar, para não levantar tanto pô; do centrinho da vila, fomos para o extremo sudeste do Lago Traful, em direção dum mirante que tem uma vista privilegiada do lugar, dado à altura que o mesmo se encontra.
    Do centrinho até o mirante:

    https://goo.gl/maps/TZLfQGCx5hF2

    Nessa curta distancia, tem vários Camping no percurso da estrada, sendo que com duas excepções (até onde eu me lembro), a maioria é agreste, sem luz, e na vila, a eletricidade é fornecida por uma pequena usina com geradores a diesel, e as vezes com água longe; por falar nisso, o acesso para Villa Traful é mantida sem asfalto (excepto numas quadras da beira do lago, no centrinho), para ser um local mais direcionado para quem curte tranquilidade, pois ao ser o acesso um pouco mais difícil, tem bem menos turistas do que nas próximas Villa La Angostura e, claro, Bariloche.
    Más justamente este ar interiorano é que mantém o encanto do lugar, e embora a maioria dos Camping são pequenos, mais aptos para barracas, tem um pertinho do lago que tem muito espaço para RV´s, fazendo que na época de alta temporada, entre 01 de Janeiro e 15 de Fevereiro, tenha bastante gente.
    Alguns “sites” de Villa Traful:

    http://www.villatraful.gov.ar/index.html

    Villa Traful

    O pessoal gostou bastante do lugar, e tiramos muitas fotos para variar…e também entramos um pouco no lago, para o pessoal sentir o “fresquinha” que estava a temperatura do mesmo!
    No retorno, como tudo mundo já conhecia o caminho, sugeri que voltássemos separados uns dos outros, para não pegar poeira, e assim foi feito.
    Inclusive, se alguém quer ir com seu RV passar alguns dias por lá e não gosta de pegar poeira, um recurso é ir num dia de chuva, e sabendo que vai ter que ir devagar, cuidando dos buracos na estrada que costumam ampliar-se durante as chuvas.
    No retorno ao acampamento, começamos os preparativos para o churrasco, que foi curtido e saboreado junto com um bom vinho, of course, embora alguns desavisados queriam beber dessa mistura de arroz e milho que chamam de cerveja, que convenhamos, no País do Malbec, e com uma excelente carne, é quase uma afronta.
    Teve muita conversa, risadas e gozações diversas, claro, especialmente com o preparo todo especial do churras.
    Fomos dormir com a noite já fria, embalados pelo sussurro do vento nas arvores, e claro, o Malbec; amanha, vamos para Chile.

    Fotos de Isabella:

    A prainha do Camping.

    Não, não é Papai Noel arrumando a placa fotovoltaica do Guanaquito.

    Calafate, uma frutinha selvagem ótima para fazer doce.

    Flor da mutisia, uma planta típica de lugares frios.

    A turma no “mirador” (mirante) de Villa Traful.

    Camping visto com zoom.

    Villa Traful e o Camping visto desde o mirante.

    Começando a esquentar a churrasqueira.

    Quem olha, pensa que ele entende disso…

    Até que estava ficando bom…

    Uma Engenheira e uma Comandante na dificílima arte de espetar o churrasco…rendeu comentários que seriam aqui censurados pelo Moderador…

    Quase pronto…hmmmm…fiquei com fome!

    Fotos tiradas por Beti e minhas:

    A turma no mirante do Lago Traful.

    Motor Home da Argentina chegando pela estrada poeirenta.

    As meninas da expedição;falta Beti, que tirou a foto, e Mayumi, que estava dando uns cascudos em Thomas…

    Agora, Pri tira a foto, com Beti aparecendo, e Mayumi continua disciplinando o Bagual…alguma coisa devia ter aprontado…KKKKK

    O Camping de Villa Traful visto desde o mirante.

    Descansando no Lago Traful.

    Curtindo o Lago gelado.

    O Meigo também experimentou o gelo do Traful.

    As meninas de Odair e as rosas patagônicas de Villa Traful.

    A capelinha de madeira de V. Traful.

    O azul profundo do Traful.

    O churrasqueiro, ajudante do churras, e o auxiliar de ajudante de churrasqueiro.

    Os diferentes tons de azul do Lago Traful.

    Continua…

    #93266 Resposta
    Capt.A330
    Capt.A330
    Participante

    Domingo, 07/02/2016:

    Hoje foi um dia muito ruim, e muito bom, ao mesmo tempo. A parte ruim foi que parece que todo mundo teve a mesma ideia, e chegou a se formar um congestionamento na estrada, esperando a fronteira do Paso Cardenal Samoré, abrir, por onde passamos de Argentina para Chile, atravessando a Cordilheira dos Andes; também, no Chile, na região que fomos, Los Lagos, tinha um festival de verão de música, o que fez que todos os Hotéis e alojamentos estivessem lotados…e só iriamos descobrir de tardinha, quando procuramos alberge.
    De bom, estava um dia radiante de sol, para curtir ao máximo a vista increível das montanhas, os lagos, e claro, a cereja do bolo, o belíssimo e imponente vulcão Osorno.
    Infelizmente, a alfandega entre os dois países tem horários de funcionamento, que no verão é de 08:00 a 19:00, o que fazia que tivéssemos que dormir no Chile se nós ficássemos fora do tempo previsto, pois não daria tempo de retornar de visitar o vulcão Osorno em tempo, e não era conveniente ir com os Trailers por só um dia de pouso, especialmente pelo rigor da policia do Chile, os Carabineros, em revistar tudo no Trailers com cachorros, perdendo muito tempo, e se os cachorros descobrissem qualquer vestígio de comida que por acaso pudéssemos ter esquecido e não tivéssemos lembrado de declarar, as multas e a maior perda de tempo, nos deixariam varados quase o dia inteiro só na alfandega…mal sabia eu que ainda teria valido a pena ir com nossas casas rodantes mesmo assim…
    Bem, isso é história para amanhã; depois de uma longa espera para passar a fronteira da Argentina, iniciamos a travessia pela Cordilheira dos Andes, que não é muito alta nessa região, e curtimos as paisagens de tirar o folego, pelo menos para mim, que já fiz muitas vezes, e ainda me maravilho com isso; pudemos ver como a erupção em 2011 do vulcão Puyehue, a menos de 20 km em linha reta da divisa dos dois países, tinha devastado parte do bosque da região, e podíamos ver o acúmulo de cinzas por todos lados, em especial do lado da Argentina, pois os ventos predominantes nesta região são do Pacifico para o Atlântico, o que fez que até no sul do Brasil, chegassem as cinzas da erupção.
    Um detalhe interessante é que, embora a divisa real dos dois países é na parte mais alta da montanha, o posto de fiscalização no Chile é a quase 22 km de distancia após o limite geográfico, e de quase 38 km do posto alfandegário de Argentina, e lá na alfandega do Chile, começa tudo de novo, com checagem de documentos, revista de carros e demais burocracia.

    http://www.cotizacion.co/paso-cardenal-samore/

    A minha ideia era ir cedo, chegar no destino a 200 km, e retornar de tardinha, a tempo de ainda de ultrapassar as alfandegas no mesmo dia, ou, se não desse tempo, dormir uma noite nas cabanas Brisas del Lago, em Ensenada, más infelizmente, tivemos alguns contratempos que não nós permitiram cumprir com a programação; mais uma vez, constatei o quanto é importante levar sua casa rodante com você.
    Bem, ficamos livres de tudo à burocracia, e como já era hora de almoçar, paramos num belo Restaurant nas margens do Lago Puyehue, onde nós já tínhamos parado outras vezes para degustar um excelente salmão regional.
    Após o almoço, passamos rapidinho pelo Lago Rupanco, para ter as primeiras vistas do Osorno, e prosseguimos em direção a Ensenada, para adentrar no Parque Nacional Perez Rosales, e subir a estreita, cheia de curvas e linda estradinha que nos leva para a base do vulcão; bem, o pessoal gostou muito, e caminhamos bastante pela região, até a tardinha.
    E lá começou a odisseia do alojamento…ali entendemos porquê tinha tanta gente indo para o Chile lá na fronteira…primeiro fomos nas cabanas de Ensenada onde já tinha ficado um par de vezes, e aí nos falaram que estava tudo lotado, por causa do tal festival da canção e musica do sul de Chile…percorremos durante horas todas as cidadezinhas em volta, e até fomos para Puerto Montt, a maior cidade da região, e nada…até decidimos ir para um motel, onde tinham lugar, más não nos permitiram ficar, por causa das crianças que estavam conosco, e a lei é muito rigorosa com este caso, pelo que tivemos que dormir num posto Copec dentro do carro…quê saudades do Guanaquito!!! Nunca pensei como é bom ter um Trailer (ou qualquer RV similar) numa viagem…sim, a gente curte nossos RV’s, gosta deles, más experimenta dormir uma noite no carro…o teu carinho e admiração pelo RV se multiplica por mil, ou um milhão!
    Bom, esto faz parte da aventura, pois penso que o Campismo não é para os fracos (é minha opinião, não necessariamente uma regra), e não era isso que ia nos intimidar, pelo contrario, serviu para dar valor na dimensão exata das nossas maravilhosas Casas Rodantes!
    Paramos num posto Copec (o BR do Chile), alguns foram no posto de conveniências para comer algo, enquanto eu, espichei o banco da Frontier, e desmaie…Amanhã tem mais.

    Percurso:

    https://goo.gl/maps/17biWam9Sxu

    Lembrando, se desejar ver a foto ampliada e em detalhes, é só “clicar” com o botão direito do “mouse”, e “abrir imagem em uma nova guia”, onde a foto vai aparecer noutra página.

    Fotos de Isabella:

    Saindo de Villa la Angostura, indo para Chile.

    FronteiraArgentina-Chile.

    Subindo pela Cordillera de los Andes, as marcas do vulcão que matou parte da floresta andina.

    Lago Puyehue, visto desde o lugar onde almoçamos.

    De repente, aparece no médio da estrada, a vista do Vulcão Osorno!

    Chegando no Vulcão Osorno.

    Subindo para chegar na base do Volcán Osorno.

    Chegamos!

    Subindo pela base do Osorno.

    Sistema de “Lift” para chegar na neve.

    Interessante sistema de alarme e proteção contra roubos ecologicamente correto.

    Lá embaixo, o Lago Llanquihue, e na frente, soltando fumaça, o vulcão Calbuco.

    Fabrício escalando o Vulcão Osorno; a pedra onde está sentado, é uma das milhares expelidas pela última erupção.

    The Brazilian’s gang is here!

    Minhas fotos:

    Já tinha visto muitos congestionamentos em Sampa, NY, Paris…más na Cordilheira dos Andes, nunca!

    Já estamos mais perto da alfândega…demorou…

    Aguardando o Restaurant abrir…

    Vista desde o local do almoço…

    Vista DO almoço…hmmm… salmón chileno…me deu fome!

    Vulcão Osorno à vista!

    A foto da chegada…da próxima vez, quero tirar uma foto aqui com o Guanaquito!

    Vista do Osorno, com um bando de periquitos voando na frente.

    O vulcão Calbuco mostra que a qualquer momento, a “festa” pode começar…

    Mais uma da turma na base do vulcão Osorno.

    Continua…

    #93269 Resposta

    Isabella.NT
    Participante

    Não é todo dia que se encontra alguém conhecido no Chile. Meu pai mandou lembranças, Dardo! kkkkkk

    #93270 Resposta
    Capt.A330
    Capt.A330
    Participante

    KKKKK…quê que é isso Isa? Eu sou é Homem! KKKKK

    Abraços!

    Dardo.

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