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O blog “Mulheres no Camping” vinha a ser um dos mais interessantes blogs sobre o assunto, mas infelizmente parou de postar. Ficaremos na torcida para que um dia volte a todo o vapor.

Marcos Pivari

Segundo o autor:

Este Blog reune alguns autores, na grande maioria mulheres, que assinam suas postagens e por cada um destes são responsáveis. No geral, retratam suas visões e experiências sobre o campismo com o intuito de difundir o hobby e trazer mais adeptos a ele. Ninguém será dono(a) da verdade… Se gostou, comente, se não, pode comentar também… Agradecemos sua visita.

 

 

Não deixe de acessar o blog.

Como referência, seguem copiados os seus artigos abaixo:


 

Dona Joana, um exemplo.

Casal Joana e Luiz
Fonte: O campista
Nos últimos anos um site sobre campismo se destacou por conter informações extremamente úteis aos que pretendem ingressar na vida de caracol, bem como para aqueles que já estão acostumados a ela.
Estou falando de O Campista (www.ocampista.com.br), onde o casal Luiz e Joana narram suas acampadas Brasil afora.
Como este é um blog com enfoque cor-de-rosa, chamo atenção para Dona Joana, sem desmerecer é claro nosso querido Luiz, sempre tão solícito e simpático.
Esta senhora “barraqueira” é sem dúvida uma referência para nós meninas campistas. Sempre em companhia do marido, com ou sem filhos ela vive o campismo de maneira natural e saudável.
Lembro que a primeira vez que vi as fotos deles pensei: caraca essa mulher deve montar barracas de olhos fechados rs.
Fico imaginando se um dia vou poder olhar pra trás e ter tantas acampadas no “currículo” quanto ela.
No site, o próprio Luiz diz em sua homenagem: “…considero como fundamental para quem quer viajar acampando por um longo período (férias inteiras, por exemplo), ter ao lado uma mulher participativa, com espírito esportivo, que aceite se adaptar às situações locais ciente que nada se compara ao conforto de nossa casa, convicta, porém, que os pequenos inconvenientes são superados por tudo de bom que o campismo e as viagens pelo Brasil oferecem”.
Digna de nossa homenagem, essa aventureira das barracas se tornou um exemplo de mulher campista!

Cada vez mais…

Já houve tempos em que dormir ao ar livre com apenas uma lona como proteção era coisa para homens aventureiros.

Equipamentos pesados e grosseiros, instalações precárias e pouca divulgação faziam do campismo uma opção para poucos.

Mas desde que as primeiras barracas estruturadas começaram a dar as caras por aqui proporcionando um confortinho, a mulherada começou a se fazer presente na vida de caracol.

Lembro de minha mãe contando de suas acampadas em companhia de minha tia e outras amigas, acompanhadas de seus namorados e amigos, mas estavam ali por prazer e não por imposição.

Assim como os rapazes carregavam as pesadas ferragens das super barracas, tomavam banho de rio, improvisavam “banheiros”, carregavam água por trilhas apertadas, tudo sem luxo e sem reclamar. As fotografias destes momentos tinham em comum sorrisos e a felicidade estampada nos rostos.

Anos depois, eu e minha irmã ainda em companhia de nossa matriarca seguimos seus passos. Tarefas são divididas e atribuídas por afinidade e capacidade, não por sexo.

Aliás, da próxima vez que for “armar a barraca” por ai, preste atenção na quantidade de mulheres dentro dos campings.

Sem bandeiras “sexistas”, sem sutiãs ou biquínis queimados, só diversão, amigos e barracas.

Este blog não é uma trincheira da guerra dos sexos e sim um espaço de coexistência pacífica sob um milhão de estrelas!


Camping das 7 Mulheres

Sete mulheres indo acampar. Algumas nunca tinham acampado na vida, outras inaugurando as barracas novas, nunca tinham armado senão em casa. Uma ilha, a procura de um camping.
O primeiro que encontram, era um terreno que uma galera disse que se podia acampar que não tinha problema algum, mas para uma dessas sete mulheres, sim havia: o primeiro era aonde estava o banheiro e o segundo eles tinha um cachorrinho, para ser mais precisa, tinham um pitbull.
Já cansadas de procurar aonde se instalar, encontraram quem não queria, a atual de um ex. Poxa, logo nessa situação de quase desespero, sem saber aonde ficar, depois de cinco horas de viagem, com fome e um sol lindo e forte!! Poderia ter sido alguém que ajudasse e não que alguém que estivesse bem instalada, em todos os sentidos.
Mas como a energia já estava caindo, uma diz: ficaremos no mais perto que seja, porque já não agüento andar com a mochila, e estou ficando mal humorada (mal sabia ela que já estava mal humorada!).
Por fim, encontraram um camping. Umas conseguiram sombras, que mais tarde se questionariam se foi a melhor opção que fizeram, outras encontraram um formigueiro bem embaixo da sua barraca ( novatas!!).
Quando tudo parecia encontrar a calma, vem a tempestade, mas essa foi de verdade! No principio era tudo ansiedade para ver se as barracas agüentavam tanta água, porem a situação começou a ficar difícil, pois em duas das barracas (eram cinco no total) entrava água, e vale a pena comentar que era novas, isso significa, não se pode testar uma barraca, montando ela em um apartamento. Sacos e sacos de lixo, azul, preto no final, o camping das setes mulheres (desculpe o meio plagio) parecia mais uma favela que outra coisa.
Depois da tormenta de verão veio praia, praia e mais praia. Encontravam a quem queriam e algumas vezes quem não queriam, porem tiveram um encontro especial, Dom Pepito.
Um tipo simpático que adorava o vinho, ele passou a ser a companhia perfeita nas noites de verão naquela ilha que tinha como atração noturna uma barraca de praia que só tinha um cd, e no final do segundo dia já sabiam a seqüência das musicas.
Assim passavam os dias tranqüilos, até que chegou um tal Zé pequeno no camping, que acabou com a paz dos vizinhos das sete mulheres. Porém não foi nada em comparação a uma noite de adrenalina extrema.
Era de madrugada, todas estavam acomodadas nas suas respectivas barracas, divididas em dois grupos. Um grupo tinha como sombra duas folhas de palmeira, isto é não tinha nada de sombra, mas tinha varal e um banquinho, já o outro grupo estava embaixo de uma grande arvore, tinha bastante sombra e uma barraca até então abandonada como vizinha.
De repente, começam a escutar uma respiração ofegante na barraca abandonada, a respiração parecia que estava rondando as barracas do grupo, o medo tomou conta do ambiente, imaginavam de tudo, ate um serial killer, umas chamavam as outras, pedindo que abrissem a barraca porque não queriam ficar sozinhas. A respiração que vinha da barraca abandonada era inconstante e cada vez mais forte, ate que parou. Nesse momento, uma das setes mulheres decide sair da sua barraca com uma lanterna na mão, inventando uma historia de que estava esperando uns amigos e começou a rondar, mas claro não passou mais de 20 minutos fora e voltou para a barraca.
Essa foi uma noite mal dormida, a ansiedade tomava conta do grupo da sombra, ate que o sol saiu e descobriram que tinham como vizinho um hippie que vendia colares na praia e que na noite anterior tinha se “armado”. Uff menos mal, imagine um serial killer, não não melhor o hippie!
As preocupações do grupo eram diversas: celular que não pegava, papel e outras coisas que desapareciam, a que praia ir…
Uma viagem perfeita, com aventuras, risadas momentos tensos. E muito mais que não posso contar para manter a integridade das sete mulheres mas o único que posso afirmar depois de tudo é que a amizade foi o que lhes proporcionou momentos únicos que entraram para a eternidade.

Fazendo amigos no camping

Acho que uma das principais características do acampamento é a camaradagem, coisa que já não é tão comum no dia a dia das grandes cidades.
Não tem jeito, você vai entrar no banheiro de um camping e fingir que não viu a pessoa que está ali? Ou no lavatório no tanque? Um bom dia, boa tarde, boa noite, sempre vai rolar, e daí pra “um dedinho de prosa” é um pulinho. Nessas horas acabamos trocando informações sobre outros campings, sobre marcas dos produtos utilizados, sobre cidades e pontos turísticos, etc.
Se você souber ouvir, será uma chance enorme de aumentar seu conhecimento, porque todos temos algo a oferecer ao próximo, e muito a receber dele.
Eu, particularmente, nunca tinha criado um vínculo tão grande com os vizinhos campistas a ponto de marcarmos uma “acampada” juntos, mas nessa Páscoa fizemos amizade com uma família super bacana e trocamos telefones para quem sabe irmos para uma região que todos nós estamos muito interessados em conhecer, que é a Serra da Canastra.
Mesmo que o contato não se estenda, acho super válido a relação do momento que estamos dentro do camping, e se levar a diante, com certeza será melhor ainda, pois acredito que a pessoa mais rica não é aquela que tem mais posses, e sim mais amigos.

Bebês no Camping… Mais uma alegria ! (via BT)

Confesso que pensei neste post depois que descobri que seria padrinnho da minha sobrinha Rafaela, que diga-se de passagem ainda não nasceu, mas tá quase!


Mas o assunto deste post baseou-se nas dúvidas de muitos pais em acampar ou não com seus (ou o seu) bebês. Já manifesto aqui os meus parabéns àqueles que levam sim e até aqui acharam este post insignificante por isso. Parabéns mesmo! Dentre meus universo de amigos, três casais já estão se preparando para no 2º semestre de 2009 acampar com seus bambinos, e dentre estes estará minha afilhada, com certeza! Corajosos? Não… Aventureiros? Também não chega a tanto… o fato é que viajar em família e tendo um camping como destino desde novo (na minha opinião) já educa a criança de uma forma diferente, desde a lida com a simplicidade e o contato maior com a natureza e com a própria família. Este post, também serve para dar alguns exemplos de como a indústria já está atenta a isso, criando soluções que facilitam esta tarefa prazerosa de ter num camping (infraestruturado) a bela compania de seus bambinos…

Ao lembrar de bebês e na associação com uma “barraca” já se pensa no conforto deles e nas atitudes normais que crianças podem ter. Confesso que eu já penso na estrada até o destino, e na “lida” com elas dentro do carro. Uma boa idéia no camping e no translado é esta tigela, denominada “Loopa” que orbitalmente não deixa a comida cair, evitando aquele cenário de guerra de comida e minimizando desperdícios, resultado: Barraca e carros mais limpos… hehehe. E dentro da barraca, ao dormir?

Pra quem tem bom espaço no porta-malas, existem muitas opções de “bebês-conforto”.

São várias as opções, dentre as que pesquisei e as que achei no blog “Bebê à Vista” existe ainda um bercinho dobrável (abaixo) muito simpático e pelo visto também prático que cabe perfeitamente nos porta-malas menores e claro, dentro da barraca! Fora ele, os chamados “Moisés(es)” fixados no carro durante a viagem também podem ser de “caminha” e até para embalar as crianças…

Opções não faltam pra agregar mais conforto ao passeio com a gurizada… Mas claro, que sempre pensando também em repelentes, medicamentos eventuais e uma localização próxima a civilização…

Post retirado do Blog Parceiro: <a style=”color: #bf277e; font-weigh

 

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CEO e Editor do MaCamp | Campista de alma de nascimento e fomentador da prática e da filosofia. Arquiteto por formação e pesquisador do campismo brasileiro por paixão. Fundador do Portal MaCamp Campismo sonha em ajudar a desenvolver no país a prática de camping nômade e de caravanismo explorando com consciência o incrível POTENCIAL natural e climático brasileiro. "O campismo naturaliza o ser humano e ajuda a integrá-lo com a natureza."