Marcos Pivari
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Marcos Pivari
MestreJá que ninguém dos presentes posta fotos do andamento do vqq, a agência MaCamp corre atrás pra vcs.
Marcos Pivari
MestreParabéns. Muitas realizações com o novo brinquedo…
Marcos Pivari
MestreComo agência de notícias, mesmo não estando lá o MaCamp já manda fotos do evento.
Marcos Pivari
MestreEstamos curtindo aquu TB quando a internet nos permite…… Curtam muito… Abraços
Marcos Pivari
MestreCerteza Dardito. Não se esqueça de que está expedição é para a geração futura de muitos artigos e reportagens no MaCamp…. Mas também farei aqui mesmo um relato mais “pessoal” detalhado da viagem toda. Agora é só resumo mesmo. Abração, amigo
Marcos Pivari
Mestre10/07/2015 Rio Grande contém grande acervo arquitetônico histórico, além de possuir o canal de ligação da Lagoa dos Patos com o Mar, o conhecido Balneário do Cassino, os Molhes da Barra e o importante Museu Oceanográfico da Universidade Federal, possui um grande porto cargueiro. É em Rio Grande que estão também os restos mortais de nosso Herói Farroupilha General Bento Gonçalves em um Monumento oferecido pelos Maçons na Praça Tamandaré.
Dois passeios foram feitos na parte da tarde. Primeiro percorremos dezenas de quilômetros nas areias da praia do Cassino, classificada como a mais extensa do mundo (vai até o Chuí) [há controvérsias]. Almoçamos no Balneário de mesmo nome que também fica mais cheio no verão. No início do Cassino existem os Molhes da Barra, extensões de quebramares em ambos os lados da saída do canal que liga a Lagoa dos Patos ao Oceano. Os 4km de extensão de cada lado garantem que o não assoreamento da entrada dos navios na Lagoa e na extensão sul possui uma linha férrea onde se percorrem os 4.000m a bordo de vagonetas movidas a vela. De lá também se pode avistar os leões marinhos descansando sobre os Molhes (peças de concreto fabricadas e colocadas para este fim).
Em Rio Grande ficamos no Camping do Senandes. Ótima Estrutura básica para barracas e trailers.
No dia seguinte (domingo dia 12) atravessamos o canal via Balsa até São José do Norte e subimos pela BR-101 até Mostardas. Este destino se deu para conhecermos a famosa Lagoa do Peixe, Parque Nacional que se situa no trecho que divide o oceano da lagoa dos Patos e que possui área tanto terrestre quanto marítima.
Para mais fotos, sigam a gente no instagram. Não é preciso ter conta lá para ver as fotos: http://www.instagram.com/macamp.campismo Marcos Pivari
MestreMeus país já estão lá para me representar. O Bugiganga TB já instalado. Desejamos um sucesso pró vqq de inverno em nosso reduto favorito , que passará o primeiro mês de julho sem a gente em 20 anos.
Marcos Pivari
MestrePuxa. Obrigado pelas palavras. Se inspirar uma só família já seremos vencedores.
Marcos Pivari
MestreValeu as mensagens, galera. Gustavo. Desculpe nossa correria….. Gostaríamos de ter conhecido vcs… Estamos sem descansar uma só tarde…. E nossa passagem por rio grande foi breve. Seguimos pela 101 por são José do norte. Em breve relato… Abraços….
Marcos Pivari
MestreOlá pessoal. Desculpem o sumiço. Estivemos por alguns dias no Uruguai e o último em Rio Grande-RS. Nossa internet está reduzida, já que sempre descobrimos novas regras nas letras miúdas dos contratos das operadoras, nunca a nosso favor.
Nossa ida ao Uruguai teve cunho turístico e também Farroupilha na Expedição. Farroupilha?? Sim. A nossa Velha província ao Sul da de São Pedro do Rio Grande também foi nosso território antes de se tornar a República do Uruguai. Esta foi a grande inspiração para nossos heróis desejarem a separação dos Estados do Sul dos domínios imperiais. Os altos impostos do charque e a facilitação da importação dele a partir do Uruguai, além de outros motivos, levaram os estancieiros ao levante contra o império. A República Riograndense, por sua vez, inspiraria outras mais. Após São Lourenço do Sul, descemos até o Chuí, extremo meridional do Brasil. Para entender melhor, tanto o Brasil, quanto o Uruguai possuem cidades fronteiras e conjuntas: Chuí e Chuy. Elas são separadas por uma ilha (canteiro central) de avenida de mão dupla. A Av. Uruguai está no território Brasileiro e a Av. Brasil está em território Uruguaio. São Paralelas e abrigam os conhecidos “ free shops”. Estas cidades estão distantes do Mar e estão em zona neutra em relação às aduanas. Em ambos os países, na costa junto ao mar estão as vilas também de mesmo nome: Barra do Chuí/Barra Del Chuy. Elas são praticamente “mortas” no inverno. Um show de casas e restaurantes fechados em meio a ruas de areia que acabam na praia. As duas vilas são separadas por uma ponte fronteiriça que passa, aí sim, pelo famoso Arroio Chuí.
Foto: A infindável reta plana da BR-471 passando Pelo Taim.
Foto: Arroz, Gado…..
Foto: … e parques eólicos.
Foto: Fim do Brasil na última praia…
Foto: Levando o MaCamp e quem viabilizou… Em terras Uruguaias, após passar a aduana do Chuí, há uma estrada de mesma característica dos pampas brasileiros (plana e reta) que desce o litoral até Punta Del Este. É a Ruta 9, que corta o primeiro Estado (chamado de Departamento) de Rocha. Punta e Montevidéu já pertencem a Maldonado. Nosso roteiro se restringiu ao litoral norte do país passando por diversas áreas militares e vilas costeiras interessantíssimas, mas também muito pouco freqüentadas no inverno. Elas demostram o quão lotadas ficam no verão, pelo número de casas e comércios fechados. Após a Barra Del Chuy, há La Coronilla e Castillos. No meio das duas vilas, entre o mar e a Laguna Negra está nossa base de camping, onde permanecemos com o trailer por todas as noites. Trata-se do Parque Nacional de Santa Teresa, onde possui uma linda Fortaleza, praias, bosques e outros pontos turísticos. Há diversas áreas de camping pelo parque e uma delas com estrutura de água e luz pra trailers. Começamos ali nossa “inveja” diante das tantas estruturas de campings pelos locais visitados – simples, mas funcionais.
Foto: Fronteira.
Foto: Manu entretida com a paisagem
Foto: Forte Santa Teresa A fortaleza Santa Teresa não só expõe o forte e construções, mas abrigam em cada um dos prédios internos, acervos de museu. Casa da pólvora, cozinhas, banheiros da época, capela, salas administrativas, enfermaria e etc. Tudo devidamente ocupado com acervos relacionados. Foram os seguintes pontos de visitação no Uruguai (sem ordem): – Punta Del Diablo: Vila com muitas casas de veraneio em estilos arquitetônicos muito atuais. Sem luxos, mas com imensa criatividade construtiva, estética e de materiais aplicados. 
– Cabo Polônio: Vila Histórica que abriga o Farol, único servido pela rede elétrica. As casas da vila extremamente simplórias são abastecidas por próprios geradores, placas solares e turbinas eólicas. Ali, alem das moradias, existem casas de aluguel, restaurantes e barracas de artesanato. É reduto de lobos marinhos (milhares). O acesso se dá por um caminho extremamente arenoso somente acessado pelos caminhões ao estilo militar com tração 4×4 e suspensões elevadas ao custo de 170 pesos por pessoa. 



-La Pedreira e La Paloma Vila mais estruturada do roteiro, com mais ruas calçadas, comércio e casas de veraneio e moradores. Muitos campings em parques. O farol é atração imperdível. 
– Cidade de Rocha
Para nosso retorno, optamos por um caminhoo mais longo, porém diferente. Ao invés de subirmos pelo Chuí até o Rio Grande pelo mesmo caminho da vinda (BR-471 que passa pelo Taim) resolvemos dar a volta por dentro do Uruguai para sair pela fronteira Rio Branco/Jaguarão. Os 270km a mais valeram a pena, passando por estradas de Terra e balsa em Cebollati que so cabiam 2 carros. Definitivamente o visual é todo o mesmo neste roteiro: Pastos e mais pastos com gado, lagunas e pouquíssimas árvores em terrenos infinitamente planos. Não pegamos nenhum pedágio e sequer a balsa era cobrada. No início deste último giro estivemos em outra fortaleza, a de São Miguel, de menor tamanho, mas de mesma riqueza interna com direito a ponte elevadiça e fosso. 

Após almoçarmos em Rio Branco para gastar nossos últimos pesos uruguaios, visitamos Jaguarão e seguimos para Rio Grande, a cidade mais antiga do Estado. A tempo neste post, não posso deixar de registrar os momentos de pura troca de amor, carinho e vivências com nossa filhota Manu…. companheira…. Está sendo simplesmente fantástico poder passar tantas horas de dias seguidos sem nos separar dela…. 


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