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A onda e a moda das taxas ambientais e de turismo já pegou de fato. Cidades como Ubatuba, Campos do Jordão e Aparecida (SP) inspiraram o retorno da taxa de Ilhabela e na nova de São Sebastião. Todas na onda de Bombinhas-SC e da recente em Porto Seguro-BA. A corrida pela arrecadação faz com que vereadores e secretários fechem os olhos para a possibilidade de rejeição dos turistas, apostando todas as fichas no milagre arrecadatório que “salvará” o meio ambiente e estrutura turística. Caldas Novas-GO foi um município que correu sem pestanejar em 2024 para votar a sua TPA. Em novembro de 2024 foi aprovada na câmara e em janeiro o prefeito propôs a sua revogação. A iniciativa não foi votada até hoje e tampouco a cobrança iniciada. Porém somente com o anúncio da cobrança, o turismo já sentiu a queda no interesse, segundo comerciantes e setor hoteleiro.

Segundo o ex-vereador  e engenheiro civil Gilmar Gonçalves, a lei foi votada em seção extraordinária sem audiência pública nem debates com a sociedade. A rejeição foi imediata via redes sociais e o prefeito correu para anunciar a revogação que ainda não voi votada. Parece que a pressa para aprovar a nova arrecadação não se fez presente na hora de revogá-la. Para os comerciantes locais, o mês de janeiro que costuma ser o mais forte, registrou os piores números dos últimos anos. Incluem-se nestas manifestações, até mesmo o cancelamento de reservas prévias. O que vira?

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Marcos Pivari
CEO e Editor do MaCamp | Campista de alma de nascimento e fomentador da prática e da filosofia. Arquiteto por formação e pesquisador do campismo brasileiro por paixão. Jornalista por função e registro, é fundador do Portal MaCamp Campismo e sonha em ajudar a desenvolver no país a prática de camping nômade e de caravanismo explorando com consciência o incrível POTENCIAL natural e climático brasileiro. "O campismo naturaliza o ser humano e ajuda a integrá-lo com a natureza."